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Psiquiatria nutricional

Cuidar da cabeça também pelo prato

O que você come conversa com o seu humor, o seu sono e o seu intestino. A nutrição não substitui o tratamento com psiquiatra e psicólogo: ela caminha junto.

Mayara Kersbaumer, de blusa preta com flores brancas, olhando pensativa para o lado

O intestino conversa com o cérebro

Hoje existem muitos estudos que relacionam um bom funcionamento do intestino com melhora de sintomas ligados ao humor. E o contrário também acontece: uma inflamação intestinal recorrente pode agravar esses quadros.

O sono entra na mesma conta. Uma das perguntas que eu sempre faço na consulta é: como está o seu sono? Depois de uma noite ruim, tudo pesa mais: o estresse, a lentidão, os pensamentos mais compulsivos e a relação com a comida.

Por isso eu não falo só de emagrecimento. Eu falo de vida, de humor, de energia. Sempre como parte do cuidado, ao lado do seu médico e do seu psicólogo.

Quando a gente não consegue nomear o que sente

Esse cuidado pode ser para você se…

Se algum item fez sentido para você ou para alguém da sua família, vale conversar comigo.

  • Come para aliviar emoções e depois sente culpa
  • Tem dificuldade de nomear o que está sentindo
  • Dorme mal e sente isso no humor e na fome
  • Tem o intestino desregulado e oscilações de humor
  • Faz tratamento para ansiedade ou depressão e quer cuidar da alimentação também
  • Sente um cansaço e uma lentidão que não sabe explicar

O que a gente olha junto

A nutrição complementa, e nunca substitui, o acompanhamento com psiquiatra e psicólogo. Medicamentos são sempre indicados e ajustados pelo médico.

  • Alimentação, humor e energia
  • Sono e rotina
  • Funcionamento do intestino
  • Comer emocional e fome física
  • Alimentação junto com o tratamento médico e psicológico
  • Passos possíveis para os dias difíceis

Quando a gente não consegue nomear o que sente

Existe um termo chamado alexitimia: é quando a gente não consegue identificar o sentimento que está sentindo e acaba descontando na comida, para ter alívio de algo que nem consegue nomear.

Eu vivi isso na adolescência. Em muitos momentos, eu procurava o alimento para me anestesiar. Hoje eu entendo o que estava acontecendo e converso com os meus pacientes sobre isso.

Perceber, nomear o que você está sentindo e se conhecer é de extrema importância.

Mayara Kersbaumer sorrindo, de vestido preto, diante de um fundo escuro

Mayara responde

  • Quem dorme bem é mais feliz

  • Quem cuida do intestino é mais feliz

Como começar

  1. Me chame no WhatsApp

    Conte o que você busca: comer melhor, cuidar da saúde mental pela alimentação ou fazer as pazes com a comida.

  2. Primeira consulta

    Eu ouço a sua história, a sua rotina, o seu sono e a sua relação com a comida. Sem julgamento.

  3. Um plano que cabe na sua vida

    Nada de restrição radical: a alimentação é ajustada à sua rotina real, com equilíbrio.

  4. Acompanhamento

    A gente ajusta o caminho junto, com paciência e respeitando o seu tempo.

Dúvidas sobre psiquiatria nutricional

A alimentação substitui o tratamento de ansiedade ou depressão?

Não. A alimentação faz parte do cuidado e pode ajudar, mas não substitui o acompanhamento com psiquiatra e psicólogo. A gente trabalha junto com o seu tratamento.

Preciso parar ou mudar a minha medicação?

Nunca por conta própria. Qualquer mudança de medicamento é decidida com o seu médico. O meu trabalho é cuidar da alimentação.

Por que o sono importa tanto?

Depois de uma noite mal dormida, é comum sentir mais estresse, lentidão e uma relação mais difícil com a comida. Cuidar do sono também é cuidar da cabeça e do prato.

O que é comer emocional?

É comer para aliviar uma emoção, e não por fome física. Acontece com muita gente. O primeiro passo é perceber e nomear o que você está sentindo.

Outras frentes

O primeiro passo é uma conversa.

Me conte o que você busca. Eu respondo pelo WhatsApp e a gente encontra o melhor caminho para você.

Vamos que vamos!