Psiquiatria nutricional
Cuidar da cabeça também pelo prato
O que você come conversa com o seu humor, o seu sono e o seu intestino. A nutrição não substitui o tratamento com psiquiatra e psicólogo: ela caminha junto.

O intestino conversa com o cérebro
Hoje existem muitos estudos que relacionam um bom funcionamento do intestino com melhora de sintomas ligados ao humor. E o contrário também acontece: uma inflamação intestinal recorrente pode agravar esses quadros.
O sono entra na mesma conta. Uma das perguntas que eu sempre faço na consulta é: como está o seu sono? Depois de uma noite ruim, tudo pesa mais: o estresse, a lentidão, os pensamentos mais compulsivos e a relação com a comida.
Por isso eu não falo só de emagrecimento. Eu falo de vida, de humor, de energia. Sempre como parte do cuidado, ao lado do seu médico e do seu psicólogo.
Esse cuidado pode ser para você se…
Se algum item fez sentido para você ou para alguém da sua família, vale conversar comigo.
- Come para aliviar emoções e depois sente culpa
- Tem dificuldade de nomear o que está sentindo
- Dorme mal e sente isso no humor e na fome
- Tem o intestino desregulado e oscilações de humor
- Faz tratamento para ansiedade ou depressão e quer cuidar da alimentação também
- Sente um cansaço e uma lentidão que não sabe explicar
O que a gente olha junto
A nutrição complementa, e nunca substitui, o acompanhamento com psiquiatra e psicólogo. Medicamentos são sempre indicados e ajustados pelo médico.
- Alimentação, humor e energia
- Sono e rotina
- Funcionamento do intestino
- Comer emocional e fome física
- Alimentação junto com o tratamento médico e psicológico
- Passos possíveis para os dias difíceis
Quando a gente não consegue nomear o que sente
Existe um termo chamado alexitimia: é quando a gente não consegue identificar o sentimento que está sentindo e acaba descontando na comida, para ter alívio de algo que nem consegue nomear.
Eu vivi isso na adolescência. Em muitos momentos, eu procurava o alimento para me anestesiar. Hoje eu entendo o que estava acontecendo e converso com os meus pacientes sobre isso.
Perceber, nomear o que você está sentindo e se conhecer é de extrema importância.

Mayara responde
Quem dorme bem é mais feliz
Quem cuida do intestino é mais feliz
Como começar
Me chame no WhatsApp
Conte o que você busca: comer melhor, cuidar da saúde mental pela alimentação ou fazer as pazes com a comida.
Primeira consulta
Eu ouço a sua história, a sua rotina, o seu sono e a sua relação com a comida. Sem julgamento.
Um plano que cabe na sua vida
Nada de restrição radical: a alimentação é ajustada à sua rotina real, com equilíbrio.
Acompanhamento
A gente ajusta o caminho junto, com paciência e respeitando o seu tempo.
Dúvidas sobre psiquiatria nutricional
A alimentação substitui o tratamento de ansiedade ou depressão?
Não. A alimentação faz parte do cuidado e pode ajudar, mas não substitui o acompanhamento com psiquiatra e psicólogo. A gente trabalha junto com o seu tratamento.
Preciso parar ou mudar a minha medicação?
Nunca por conta própria. Qualquer mudança de medicamento é decidida com o seu médico. O meu trabalho é cuidar da alimentação.
Por que o sono importa tanto?
Depois de uma noite mal dormida, é comum sentir mais estresse, lentidão e uma relação mais difícil com a comida. Cuidar do sono também é cuidar da cabeça e do prato.
O que é comer emocional?
É comer para aliviar uma emoção, e não por fome física. Acontece com muita gente. O primeiro passo é perceber e nomear o que você está sentindo.
Outras frentes
O primeiro passo é uma conversa.
Me conte o que você busca. Eu respondo pelo WhatsApp e a gente encontra o melhor caminho para você.
Vamos que vamos!


