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Transtornos alimentares

Fazer as pazes com a comida

Sem culpa, sem proibição e sem julgamento. A gente pode tudo, mas nem tudo a gente precisa: o caminho é o equilíbrio.

Mayara Kersbaumer sorrindo à mesa de um café, com uma caneca e um vaso de flores secas

Regra radical gera sofrimento

A mentalidade de dieta afeta muito a nossa relação com a comida. Muitas regras que a gente se impõe de forma radical geram sofrimento na hora de escolher, principalmente quando a gente come fora, numa ocasião especial ou quando sai um pouco do plano.

Permissão é diferente de permissividade. Permissão é poder comer os alimentos que você gosta, sem uma restrição severa: existe um momento para eles na sua rotina. Permissividade é viver dentro das exceções, sem equilíbrio.

O tratamento dos transtornos alimentares é feito em equipe, com psiquiatra, psicólogo e nutricionista. O meu papel é cuidar da sua relação com a comida, com acolhimento.

Permissão é diferente de permissividade

Talvez você se reconheça aqui

Se algum item fez sentido para você ou para alguém da sua família, vale conversar comigo.

  • Sente que perde o controle quando come
  • Come escondido ou sente vergonha do quanto come
  • Sente culpa depois de comer
  • Vive entre regras rígidas e o "já estraguei tudo"
  • Sofre em festas, restaurantes e ocasiões especiais
  • Pensa o tempo todo em comida ou no próprio corpo

Como eu cuido

Se você está em sofrimento agora, procure também ajuda imediata: o CVV atende pelo telefone 188, de graça, 24 horas.

  • Escuta sem julgamento
  • A sua relação com a comida, não só o cardápio
  • Comer com equilíbrio, sem alimento proibido
  • Trabalho junto com psiquiatra e psicólogo
  • Apoio para as ocasiões especiais
  • Respeito ao seu tempo

A gente pode tudo. Mas nem tudo a gente precisa.

A gente pode comer de tudo, tudo que a gente ama e gosta, sem viver nenhuma proibição.

Mas a gente pode refletir que nem tudo a gente precisa, e talvez não precise a todo momento.

Que a gente possa viver uma vida leve, uma vida em equilíbrio.

Duas pessoas de mãos dadas, num gesto de acolhimento

Mayara responde

  • Quando a gente não consegue nomear o que sente

Como começar

  1. Me chame no WhatsApp

    Conte o que você busca: comer melhor, cuidar da saúde mental pela alimentação ou fazer as pazes com a comida.

  2. Primeira consulta

    Eu ouço a sua história, a sua rotina, o seu sono e a sua relação com a comida. Sem julgamento.

  3. Um plano que cabe na sua vida

    Nada de restrição radical: a alimentação é ajustada à sua rotina real, com equilíbrio.

  4. Acompanhamento

    A gente ajusta o caminho junto, com paciência e respeitando o seu tempo.

Dúvidas sobre transtornos alimentares

Vou receber uma dieta cheia de proibições?

Não. A proposta é o contrário: comer com equilíbrio, incluindo os alimentos que você gosta, sem regras extremas.

Preciso estar muito mal para procurar ajuda?

Não. Se a sua relação com a comida está trazendo sofrimento, já vale conversar.

A nutricionista trata sozinha o transtorno alimentar?

O tratamento é feito em equipe, com psiquiatra, psicólogo e nutricionista. Eu cuido da alimentação e da relação com a comida, junto com os outros profissionais.

E se eu sair do plano numa festa?

Faz parte da vida. Existe um momento para os alimentos que você gosta, e um deslize não estraga tudo.

Outras frentes

O primeiro passo é uma conversa.

Me conte o que você busca. Eu respondo pelo WhatsApp e a gente encontra o melhor caminho para você.

Vamos que vamos!